10.8.05

Hello, Stranger




Closer
Assisti ao filme num momento crítico. Preciso vê-lo novamente. Mas, do que pude absorver, ficou o seguinte...

“Love is an accident... waiting to happen”
Nunca se sabe o que pode acontecer. Você acha que fechou seu coração, que o amor nunca mais poderá machucá-lo e, quando menos espera, percebe-se sonhando de novo...

O velho sonho do amor eterno, utopia desde tempos imemoriais, que nos transporta na ânsia de concretizá-lo.

Ah, pobres corações humanos, tão iludidos...

“Desire is a stranger... you think you know”
O desejo, como instinto, se manifesta através dos sentidos e age através do inconsciente. Esteja preparado, porque ele pode pregar-lhe peças. Pode se instalar como uma voz suave nos seus ouvidos, que sussurra incessantemente que você deveria simplesmente render-se...


Ah, pobre corpos humanos, tão fracos...

“Intimacy is a lie... we tell ourselves”
Vive-se a eterna busca da entrega, mas seu instinto de sobrevivência não permite que você se mostre como realmente é. Na maioria das vezes, mostra o que pensa ser seu lado mais belo, mais aprazível. Para que o outro suporte que você exista em sua vida. Você esquece que os esqueletos permanecem no armário e que fantasmas assombram seus sonhos...


Ah, pobres almas humanas, tão imperfeitas...

"Truth is a game... you play to win”
A verdade é facilmente manipulável, em jogos de amor. Omissões são freqüentes, pois delas dependem que o ser amado continue acreditando em você. Com a melhor das intenções, você simplesmente esconde a verdade, camufla, e finge que tudo está bem.


Ah, pobres mentes humanas, tão mentirosas...

“If you believe in love at first sight... you never stop looking”
A sensação de estar apaixonado, tão bem descrita no restrito idioma anglo-saxão como “fall in love” é que nos move, é o que dá algum sentido à sua existência medíocre. Estando apaixonado, você percebe todas as possibilidades que a vida tem para lhe oferecer. Não estando, sua vida se torna autômata, repetitiva, vazia.
Você pode escolher se apaixonar todos os dias.
Pela mesma pessoa, ou não...


Ah, pobres humanos, tão egoístas...

2 comentários:

Melissa disse...

Nao vi o filme, mas li seus pensamentos e exceto o primeiro topico. Os demais, concordo em genrero, numero e grau.

Beijocas!

abomino Baudelaire querido disse...

...eu gosto quando o médico fala que o coração é como um punho cerrado, ou fechado...não me lembro...e discordo em um monte de coisa que vc disse, mas isso acontece e até mesmo pq eu sou cara de pau e to comentando todos os posts...